Qualquer Chimpanzé Pode Escrever Código


Novo Endereço
25/11/2009, 6:32 pm
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Olá amigos leitores,

Mudamos para melhorar. Em nosso novo endereço http://www.sapienzae.com.br

Aguardo vocês por lá.



Contruindo um Plano de Marketing Digital
15/10/2009, 5:44 pm
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A internet é sem dúvida a oportunidade de marketing mais emocionante que a sua empresa terá. Nunca foi possível chegar às pessoas com tão pouco dinheiro, a verdadeira beleza da web é a maneira que incentiva os desenvolvedores empresariais para preencher qualquer lacuna com o mínimo de oportunidades que eles encontram.

Todo dia alguém em algum lugar ao redor do mundo lança um novo conceito de web, incluindo novas maneiras de falar com as pessoas que estão on-line. O que significa que a cada dia há uma oportunidade de mais e mais para você atingir um público que poderia comprar o que você vende.

Explorar com sucesso estas oportunidades não se trata apenas de uma conversa de uma maneira (isto é,”por favor,”, comprar esta”). É sobre como desenvolver uma conversa com perspectivas e construir uma rodada buzz do seu negócio.Há um monte de agências de marketing, que estão prontas para montar seu plano de Marketing Digital, mas se seu orçamento está curto, Confira algumas Dicas de como Criar seu Plano de Marketing Digital.

1 – Decida o que você deseja alcançar

Cada plano de marketing deve ter uma meta. Captura de dados são comuns, muitas campanhas estão ali para construir a maior lista de e-mail possível. Outros objetivos podem ser de sensibilização para o seu negócio, mudar a percepção do seu produto ou indústria, ou simplesmente para obter um bom bocado de relações públicas.

2 – Comece a conversa

Você não pode falar com as pessoas até você encontrá-los ou eles te encontrar. A maneira mais fácil e mais corrente de fazer isso é usar o Google. Não é realmente um mecanismo de busca que começa a conversa, mas é uma maneira de prever o que as pessoas querem fazer. Se eles pesquisam por “Bolsas” no Google, então você sabe que há uma possibilidade de compra. Se o seu site está bem posicionado por fatores de SEO ou porque você usa o Links Patrocinados, provavelmente você será visitado.

3 – Usem os métodos de seu uso público

Há muitas maneiras diferentes de falar com pessoas on-line, esta é a oportunidade onde se encontra realmente. Há fóruns, blogs, vídeos do Youtube, fotos do Flickr. Há toda uma indústria com essa base redonda “rede social” – a possibilidade de ficar on-line conectadas as amigos, clientes etc. Isso significa ter uma página no MySpace, Facebook, Twitter, ou uma entrada de um perfil do LinkedIn.

Você pode usar o Twitter para manter as pessoas “atualizadas” com todos os seus movimentos. Digg, del.icio.us, linkk, via6,Dihitt, etc. são grandes formas de coleta de conteúdo junto de outras pessoas. A chave para escolher seu método é o de olhar para que seu público-alvo está usando.

4 – Envolvam-se em conversas

Depois de ter os visitantes do site, dar-lhes meios para se envolver nas conversas com você. Tem um blog e um fórum. Deixe-os dizer suas opiniões sobre seus produtos (e sim deixar os comentários negativos, as pessoas preferem uma visão mais realista a apenas comentários positivos). Leia os comentários diariamente e responda regularmente para manter a conversa fluindo.

5 – Dêem às pessoas uma boa razão para se envolver nas conversas

Para cada cem pessoas que visitam seu site apenas uma ou duas vão deixar um comentário. Portanto, de às pessoas uma boa razão para contribuir com conteúdo.

6 – Conteúdos Compartilhados pelo Usuário

Não é inédito para os novos sites que utilizam o que é conhecido como “conteúdo gerado pelo usuário” pagar os estudantes ou outras pessoas para escrevê-lo. Incentivar as pessoas a escrever, procure querer saber o que os usuários pensam. Basta ser aberto sobre o assunto, se alguém pergunta.

7 – Acompanhar e medir

Marketing digital é totalmente mensurável – se você gastar R$ 10,00 em algo que lhe dá 100 visitantes e gastar R$ 50, então você sabe que os gastos de £ 100 gerarão vendas de 500 libras esterlinas. Simples! Mesmo quando você está usando lotes de maneiras diferentes para gerar visitantes e gerar conversas. Os números continuarão a trabalhar para fora. Tenha o hábito de rever valores semanais, fazendo ajustes quando necessários no plano de marketing.

8 – Seja paciente

Como todas as ações de marketing, marketing digital leva tempo. Atrás de cada sucesso há um monte de trabalho árduo que ninguém nunca vê. Procure sempre fazer um planejamento antes de investir em suas campanhas de marketing, pois o planejamento evita que você cometa falhas em alguns quesitos.

Por Bruno de Souza



Sua empresa sabe vender por telefone?
15/10/2009, 5:18 pm
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— OLÁ, SOU PAULO SOUZA DO BANCO ZETA. VOCÊ TEM UM MINUTINHO?
— NÃO, NÃO TENHO.
TU – TU – TU
O telefone é desligado e o operador começa a discar o próximo telefone da listagem. Entre linhas ocupadas, pessoas que não atendem e aquelas que desligam antes mesmo da frase de apresentação, lá se foram horas e horas dedicadas pelo operador de telemarketing ativo que tem cada vez menos sucesso em sua profissão.
Mas será que o problema está mesmo na atividade? Ou será que o problema é a estagnação das empresas que acham que vendas por telefone se fazem hoje da mesma maneira que eram feitas há alguns anos?
Até pouco tempo, poucas organizações utilizavam essa ferramenta de marketing direto, e os prospects não tinham o incômodo de receber várias ligações de empresas querendo vender alguma coisa. Os clientes eram gentis ao telefone, ouviam o que o operador tinha a dizer e até compravam! Que felicidade.
Se você tem uma equipe de telemarketing na sua empresa, pode perceber que esse cenário vem, aos poucos, mudando. Os clientes já não são tão tolerantes. Nos Estados Unidos, houve até a necessidade de se criar uma organização chamada “Do not call” (Não ligue), em que as pessoas que não desejam receber telefonemas de telemarketing cadastram seu número de telefone e, a partir daí, as empresas são proibidas de ligar para o tal número. Se o fizerem, o cliente dá queixa e a empresa paga uma bela de uma multa.
Só que essa organização tem cada vez mais participantes que foram, por muito tempo, importunados pelos constantes telefonemas de empresas americanas. Vou abrir um parênteses para contar uma experiência própria: logo que me mudei para os EUA, após deixar meus dados em algumas empresas (provedoras de internet, gás, energia, etc.), passei a receber diversos telefonemas de telemarketing.
Um dia, me ofereceram até plano de saúde para cachorro! Com um detalhe: eu não tenho cachorro. O que esse mau uso da venda por telefone me incentivou a fazer? Obviamente me inscrevi na lista do Do Not Call.
Veja que a troca de listagens entre as empresas é muito rápida, mas elas fazem isso sem nenhum consentimento dos seus clientes. É o que chamo de “spam telefônico”. Sim, são telefonemas de gente que não conhecemos, nos vendendo uma coisa que não queremos.
Quando fazemos um mau uso de alguma coisa, acabamos eliminando os benefícios que ela nos trás. E, assim, o telemarketing passa a ser visto com muito receio e sendo até eliminado das empresas.
O que quero colocar aqui é: o problema nunca é a venda sendo feita pelo telefone. Muito pelo contrário. O problema é a má administração e utilização desse canal de vendas que, quando bem aproveitado, traz excelentes resultados para a empresa.
Se você já tem uma equipe de telemarketing vendendo seus produtos e serviços, confira se ela está realmente sendo utilizada da melhor forma possível e promova os ajustes necessários. Se você ainda não faz telemarketing, talvez seja hora de começar a estudar mais sobre o assunto e analisar a aplicabilidade desse canal que pode ser lucrativo.
Para ter um departamento de telemarketing lucrativo não são necessários grandes investimentos. Mas sim, em primeiro lugar, respeito pelos clientes e conhecimento de seus desejos/necessidades. Em segundo lugar, liderança ativa e provedora de um ambiente positivo, que entenda de seu negócio. Por último, é preciso treinamento constante com os vendedores e o desenvolvimento de técnicas de venda que levarão o primeiro “Alô” do outro lado da linha a um relacionamento vitorioso de compra e atendimento.
Mude o diálogo para:
— OLÁ, SOU PAULO SOUZA DO BANCO ZETA. NÓS PODEMOS DIMINUIR O DINHEIRO QUE VOCÊ GASTA COM AS ALTAS TAXAS BANCÁRIAS. POSSO RAPIDAMENTE LHE CONTAR COMO?
— O.K., SE VOCÊ REALMENTE PODE FAZER ISSO POR MIM, VÁ EM FRENTE

Por Raúl Candeloro



Espinha de peixe
15/10/2009, 5:16 pm
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Problemas! Quem não os tem? A questão é: como resolvê-los de maneira rápida e correta? Todos nós resolvemos problemas a toda hora… mas, tratando-se de problemas estratégicos, que influenciam parte ou até toda a organização, é muito importante que façamos o processo correto da resolução de problemas. Afinal, tomar a decisão errada ou resolver de maneira pouco eficiente pode ter um alto risco e um final bastante desastroso para a empresa – e para os clientes!
Justamente para nos ajudar nesse processo de resolução de problemas é que Kaoru Ishikawa criou o diagrama de causa e efeito, uma das ferramentas da qualidade mais utilizada pelas empresas do mundo todo.
Se você ainda não ouviu falar de Kaoru Ishikawa, não conseguirá mais evitar se quiser conhecer e utilizar as ferramentas da qualidade. Ishikawa é reconhecido, até hoje, pelos avanços que proporcionou nas organizações e por seus pensamentos que deram início ao conceito de qualidade total – e as ferramentas que nos ajudam a buscá-la.
O diagrama de causa e efeito – também conhecido como espinha de peixe, foi proposto por Ishikawa na década de 60. Criado originalmente para identificar as causas dos problemas no processo de produção de um produto (indústria), mas a sua utilização foi mais além, podendo ser aplicada em qualquer tipo de problemas organizacionais.
O diagrama de causa e efeito parte de um “problema” (considerado o efeito do diagrama) e de todas as influências dele (consideradas as causas do diagrama). Esse efeito e as causas identificadas são colocados no formato de uma espinha de peixe, o que facilita muito a visualização, a relação entre todas as causas e como o efeito (problema) pode ser resolvido.
Portanto, iniciamos o diagrama escrevendo o problema no lado direito – o que seria a “cabeça” do peixe. Depois, traçamos uma linha horizontal para a esquerda. Dessa linha principal, sairão outras linhas secundárias (para cima ou para baixo). Dessas linhas secundárias, sairão as terciárias e assim por diante, até chegar ao ponto final das influências.
Para um diagrama  eficiente, essas causas devem ser identificadas através de um brainstorm – com toda a equipe reunida, dando opiniões e sugerindo causas. Assim, o diagrama fica muito mais verdadeiro e confiável. Ninguém melhor para identificar as influências do que as pessoas que estão diretamente ligadas ao problema.
Aqui está um passo-a-passo para o seu diagrama de causa e efeito:
1. Identifique o problema (efeito).
2. Identifique as influências do problema (causas). Primeiro as principais, seguidas das secundárias, terciárias etc. Lembre-se de fazer isso em grupo para obter opiniões diferentes que contribuam para um diagrama mais completo.
3. Coloque o efeito e suas causas no formato espinha de peixe. Escolha uma folha bastante grande para colocar o diagrama, ou então uma lousa ou quadro branco extenso – você certamente vai precisar de espaço.
4. Incentive a participação da equipe com perguntas como “O quê?”, “Por quê?”, “E o que mais?”.
5. Faça a análise do diagrama, destacando quais as causas que influenciam mais o problema analisado. Discuta isso entre os participantes para chegarem às causas que realmente são bastante influenciadoras e requerem atenção.
6. Comece a resolução das causas, uma por uma. Se possível, nomeie pessoas responsáveis por cada uma das causas. Nomeie também um supervisor geral de toda a ação para terem certeza de que tudo irá correr exatamente como planejado.
7. Analise os resultados obtidos. Reúna a equipe e mostre como o problema foi resolvido, com a ajuda de todos e principalmente com a identificação, aceitação e visualização do problema e suas causas.
Organize o seu brainstorm, identifique os problemas e suas causas, e boa resolução!

Por Raúl Candeloro



Os 10 pecados mortais do marketing (todos os administradores deveriam conhecer)
15/10/2009, 4:57 pm
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Você sabia que 75% dos novos produtos, serviços e negócios fracassam? Para que sua empresa não faça parte dessa estatística, é preciso fazer alguns ajustes, estudar e principalmente aplicar a teoria de forma inteligente para que a prática seja sinônimo de bons resultados.

De todos esses fracassos, muitos deles são causados por erros primários de marketing. Hoje os conceitos de marketing e publicidade se confundem nas empresas, e isso faz com que a estatística dos 75% piore ainda mais. A publicidade é apenas uma das preocupações do marketing. Não podemos nos esquecer que ele é fundamentado em seus 4Ps: produto; preço; praça; promoção.

E por que os gerentes/diretores de marketing não estão se preocupando mais com os outros 3Ps? O que vemos nas empresas hoje, é que existe um responsável pelo desenvolvimento do produto, outro responsável por definir o preço a ser cobrado, outro responsável por vender o produto. Os Ps brigaram e se separaram!

Philip Kotler, uma das maiores referências em marketing da atualidade, mostra em seu livro Os 10 Pecados Mortais do Marketing (Editora Campus) alguns dos maiores erros em marketing que estão sendo cometidos por muitas empresas. Confira se a sua empresa não é uma delas e, se for, não se desespere. Para tudo há solução. Desde que você aja rapidamente!

Pecado 1 – A empresa não é focada no marketing e orientada para o cliente

Uma empresa precisa entender que para sobreviver precisa estar voltada para as necessidades e desejos dos clientes. Esse é justamente o objetivo do departamento de marketing. É ele o responsável pelo desenvolvimento, manutenção, venda e distribuição dos produtos/serviços.

É ele quem deve dizer a empresa: “pessoal, nossos clientes querem isso” ou “precisamos rever o produto X pois ele não está mais satisfazendo nossos clientes” ou ainda “precisamos criar um escritório na região nordeste, pois lá temos potenciais clientes ainda não trabalhados”.

Um bom departamento de marketing conhece seus clientes – seus desejos, necessidades e como satisfazê-los.

Pecado 2 – A empresa não entende seu público-alvo
Quantas vezes já vimos uma propaganda na televisão que não tinha absolutamente nada a ver com a gente? Quantas vezes já recebemos uma mala-direta nos vendendo algo que não tínhamos interesse?

Uma empresa que não tem conhecimento do seu público-alvo utiliza seus recursos de maneira errada. Gasta desnecessariamente divulgando seu produto/serviço para todos, mesmo que ele só sirva para alguns. Os investimentos aumentam, o retorno e as vendas caem.

Conhecer quem são seus potenciais clientes não é uma tarefa muito difícil. Basta que você invista um pouco em pesquisa. Você pode, por exemplo, traçar um perfil dos seus clientes já existentes e que estão satisfeitos. Veja o que eles têm em comum e depois procure mais pessoas com esse mesmo perfil.

O importante é que toda a empresa tenha claramente definido seu público-alvo. Assim, gastara menos e venderá mais.

Pecado 3 – A empresa não monitora os concorrentes
Você está naquele grupo de empresas que se assusta ao ver um concorrente aparecer sem mais nem menos no seu mercado? Então você está cometendo mais um pecado do marketing.

Cuidado para não cair na armadilha de se preocupar apenas com o seu maior concorrente, ou o mais próximo. É importante que você preste atenção a todas as ameaças do mercado. Fique por dentro do que os seus concorrentes estão fazendo, que resultados estão tendo e quais os planos deles. Quanto antes você identificar um possível ataque, mais fácil será para você se proteger.

Pecado 4 – A empresa gerencia mal sua relação com parceiros

Muitas empresas esquecem de tratar bem seus parceiros: seus funcionários, seus fornecedores, distribuidores (ou revendedores) e seus investidores.

Funcionários insatisfeitos trabalham contra você, e não para você. É muito fácil diagnosticar se seus funcionários estão satisfeitos, mas poucos gerentes se lembram disso.

Assim como os funcionários, seus investidores e fornecedores também devem estar satisfeitos com a sua empresa. Invista nessas relações, pois são as responsáveis por ajudá-lo a ter sucesso.

Pecado 5 – A empresa não é boa em encontrar novas oportunidades

Se a sua empresa não identificou nenhuma grande oportunidade nos últimos anos, preocupe-se. Quantos produtos/serviços foram lançados na sua empresa nos últimos cinco anos? Quantos deles deram certo?

Fique atento às oportunidades que aparecem para a sua empresa. Se as boas não baterem a sua porta, vá buscá-las ou criá-las.

>Pecado 6 – O processo de planejamento de marketing da sua empresa é deficiente

Um bom plano de marketing deve conter as estratégias, as táticas e as implicações financeiras para que os objetivos sejam atingidos. Se a sua empresa não tem um plano de marketing ou se o tem pouco desenvolvido, está na hora de investir algum tempo para isso.

Ter um plano de marketing eficiente pode ajudar a sua empresa a lidar com situações inesperadas e a tomar decisões mais rapidamente – o que é pode ser uma grande vantagem.

Pecado 7 – As políticas de produto e serviço da sua empresa precisam de ajustes

Analise se a sua empresa tem um excesso de produtos/serviços e se alguns deles não estão perdendo dinheiro. Se sim, está aí mais um ponto que precisa ser revisto: a política de lucratividade de produtos e serviços.

A empresa deve ser capaz de identificar rapidamente produtos de fraco desempenho para ajustá-los ou eliminá-los.

Pecado 8 – Os esforços da comunicação e de construção de marcas da empresa é fraco

Esse pecado acontece quando a empresa não consegue comunicar de maneira eficiente seus produtos e serviços para seu público-alvo. Os clientes potenciais não conhecem sua marca ou não a diferenciam dos concorrentes. Para piorar, muitas empresas nessa situação começam a investir em propaganda para vender mais, mas se esquecem de direcionar suas verbas para mídias que realmente tragam retorno adequado.

Assim, sem conseguir comunicar direito, sem investir nas mídias certas e sem diferenciar sua marca, a empresa entra em um ciclo difícil de ser revertido. Portanto, é imprescindível que um estudo seja feito para descobrir o que, como, para quem e através de que mídias comunicar.

Pecado 9 – A empresa não está adequadamente organizada para a prática do marketing.

Esse pecado é mais fácil de identificar: se mais de um dos pecados acima descritos estão sendo cometidos, então a empresa provavelmente não está adequadamente organizada para a prática do marketing.

Para melhorar nessa área, você deve nomear um líder para o departamento de marketing, que por sua vez deve desenvolver novas capacitações e incentivar o relacionamento com os outros departamentos da empresa, criando assim um departamento preocupado com a eficiência do marketing.

Pecado 10 – A empresa não usa ao máximo a tecnologia disponível

Nos dias de hoje, não dá para aceitar uma empresa que usa pouco a internet, cujo sistema de automação da força de vendas é defasado, sem cadastro de clientes e que não tenha investimentos para tecnologia predeterminados no orçamento mensal/anual.

É responsabilidade do marketing da empresa fazer o maior uso possível dos hardwares e softwares existentes no mercado, bem como da internet/extranet/intranet para dar suporte a todas as outras suas responsabilidades, bem como a dos outros departamentos.

Para que a empresa não cometa os outros nove pecados mortais do marketing, é preciso saber usar a tecnologia disponível de forma que ela o ajude a manter todas as atividades funcionando de maneira eficiente e rápida.

Ao rever essa lista, fica claro como é fácil sucumbir às armadilhas mais comuns do marketing. Felizmente, evitá-las é possível. Basta sempre lembrar-se das quatro principais funções do marketing (os 4Ps): criar, precificar, divulgar e distribuir. Reveja os dez pecados e lembre-se de incluir os 4Ps em todos seus planos. Assim, com certeza você estará evitando muitos pecados do marketing.

Por Raúl Candeloro



Qual é o seu negócio? Quem são seus clientes? Para onde você está indo?
15/10/2009, 4:44 pm
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Imagine um técnico de seleção instruindo seu time no dia anterior a uma final de copa do mundo. Ele implora para que seus jogadores lutem bravamente pela honra de seu país, e por tudo e todos que amam. O técnico fala que a alegria e a glória de seus amados depende do quão corajosas forem suas performances em campo. A missão deles é vencer a copa do mundo!

Agora imagine que o técnico da outra seleção que está na final, na noite anterior, diz para os jogadores darem o melhor de si. Um dos jogadores levanta a mão e pergunta: “Técnico, qual é a nossa missão?” e o técnico responde: “Nossa missão é darmos o melhor de nós, visando um jogo limpo; melhorarmos o nosso entrosamento como time; suar a camisa e irmos em busca da vitória, da melhor forma possível.”

Qual time você acha que tem mais chances de ganhar? Aquele com um técnico que incentiva seus jogadores em busca de uma missão clara e definida, com orgulho e honra; ou aquele cujo técnico definiu uma missão que não significa nada?

Da mesma forma, é muito difícil exigir do seu time paixão pela empresa, se eles não têm a menor idéia de para onde vão e por quê. Portanto, é preciso que a resposta para estas três perguntas fundamentais sejam definidas, estrategicamente disseminadas e constantemente lembradas:

1. Por que a organização existe?

2. Para onde está indo?

3. Como devemos agir para chegarmos lá?

As respostas para essas perguntas precisam ser expressadas e defendidas com convicção na cultura da empresa. Os líderes precisam acreditar realmente na missão, visão e valores, para que a organização produza funcionários inspirados.

Enquanto a missão, visão e valor não forem aplicados nas empresas, será impossível ter 100% de paixão e energia na equipe. Com uma missão inspiradora, a mudança é visível e contagiante.

Você, ao ler este artigo, pode estar pensando: “A minha empresa tem sim, uma missão definida, entretanto, não vejo toda essa inspiração em nossos funcionários”.

Se isso acontece, temos de questionar essa missão. Algumas empresas acham que suas missões devem ser longas e englobar todas as atividades principais. Acabam com um texto difícil e complicado demais para ser lembrado. A missão deve ser lembrada e recitada por todos dentro da empresa. Não pode ser algo de dez linhas, nem ter vocabulário difícil. É para ser simples e rápido, é para funcionar.

Veja, por exemplo, a missão da 3M: “Solucionar problemas ainda não solucionados através da inovação”. A da Sony é: “Sentir a alegria de fazer avançar e aplicar a tecnologia para o benefício das pessoas”. Essas missões, em momento algum, se referem ao lucro ou às atividades operacionais dessas empresas. Mas elas inspiram os funcionários a darem o melhor de si para fazerem a diferença no mundo.

O poder de uma missão bem-definida está no efeito que ela proporciona. Como um maestro, que conduz seus músicos a tocarem a mesma música, ao mesmo tempo e de forma sintonizada. Sem uma missão clara – ou quando a missão está em um cartaz juntando pó em uma sala fechada – a empresa não consegue, obter, de seus funcionários, aquela grande vontade de vencer.

Ter uma missão bem-disseminada pela empresa não ajuda apenas os funcionários a se sentirem mais motivados. São várias as vantagens na sua utilização:

1. Contribui para a economia de tempo no processo de decisão da empresa – Imagine uma reunião em que está sendo discutido o lançamento de um novo produto ou serviço. Sem uma missão clara, pode ser que os líderes fiquem discutindo durante muito tempo o lançamento de produtos ou serviços não alinhados com o propósito da empresa. Quando se tem conhecimento do que é a empresa e para onde ela está indo, fica mais fácil distinguir aqueles produtos/serviços que contribuem para o propósito, e aqueles que apenas tiram a atenção. Utilize a missão da sua empresa em toda a decisão estratégica e você terá mais chances de optar pelo caminho certo, mais rapidamente.

2. Melhora o processo de identificação de oportunidades – Oportunidades de novos negócios e parcerias são, constantemente, apresentadas para uma empresa. Na maioria das vezes, os líderes não sabem exatamente como avaliar essas oportunidades e se elas são realmente benéficas para a organização. Antes de qualquer parceria, é importante analisar se a outra empresa tem uma missão parecida com a sua ou se complementam, de alguma forma.

3. Define metas de venda – Essas metas devem ser estabelecidas em cima da missão da empresa para que, independentemente, do que aconteça, estejam todos indo para o mesmo lado.

4. Satisfaz os clientes – Se você sabe qual é o objetivo da sua empresa, sabe também o que está entregando para o seu cliente. Você consegue saber se seus produtos e serviços estão realmente fazendo aquilo a que se propuseram? Se sim, seus clientes estarão satisfeitos. Se não, é hora de ajustá-los, para que realmente cumpram sua função.

5. Diferencia da concorrência – O propósito de uma empresa pode ser parecido, mas dificilmente é igual ao de outra. Cada uma tem um jeito único de existir. Se você e seus funcionários têm isso claro, é fácil distinguir-se de um concorrente. Aproveite para colocar a missão da empresa no site, nos materiais de comunicação, nas cartas de agradecimento. Faça dela uma marca. Quanto mais as pessoas conhecerem sua missão, mais difícil será para uma outra empresa copiá-la.

Não deixe que a missão da sua empresa passe desapercebida. Peça que seus funcionários saibam de cor e salteado, comece as reuniões recitando-a, imprima cartazes. E nunca se esqueça: missão não é teoria. É para ser colocada em prática.

Por Raúl Candeloro,



Anúncios na web recebem mais atenção dos usuários pela manhã
14/10/2009, 9:51 pm
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Os usuários de internet dão mais atenção à publicidade no período da manhã. É o que aponta a empresa de publicidade digital Eyeblaster na pesquisa “Atenção do consumidor”.
De acordo com o estudo, o pico de atenção dos internautas a anúncios  se dá às 9h. O horário de almoço é , no entanto, o período em que a interação com as campanhas publicitárias tem maior duração.
O consumidor dispensa, intencionalmente, em média um minuto por dia com publicidade online. Vídeos conquistam quase o dobro da atenção do consumidor, 71 segundos ante 37 das peças sem vídeos.
Quanto ao formato, os anúncios em comunicadores instantâneos obtêm 83 segundos da atenção dos usuários.  Peças de rich media (que integram vídeos, áudios e animações gráficas) têm 73 segundos de audiência, enquanto banners atingem 59 segundos e skycrapers (anúncios animados geralmente maiores que um banner comum), 37 segundos.
O estudo foi realizado a partir de uma amostra isolada de 42 bilhões de interações nos diversos formatos, no mundo inteiro, entre setembro de 2008 e março deste ano.




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